Vamos falar sobre RPA? mas não é o quê você está pensando

A sigla do momento é RPA (Robotic Process Automation), porém quando se fala em automação e robôs trazemos de forma tácita assuntos inerentes ao tema e à ‘plaforma’ que na verdade é o grande desafio:
Como gerenciar este exército de robôs disseminados pela empresa?

Automação sempre existiu, desde os simples scripts em VB ou macros que executavam tarefas básicas de forma arcaica até aplicações codificadas em linguagens de versões desatualizadas.

No entanto, precisamos pensar hoje num modelo de gestão e governança que permita orquestrar todos os robôs e automações de forma eficiente em real-time, senão poderemos apenas estar automatizando tarefas que produzirão outro estágio do caos.

Nesse sentido, ao adotarmos plataformas de automação, precisamos desde o início definir o modelo de RPA (Roles, Permissions e Audit), isto porque devemos pensar de forma global, corporativa, que norteará o desenvolvimento das automação no presente ou no futuro, melhorando a gestão e o controle de maneira orquestrada.

Identificar e permitir quem faz o quê é fundamental para um ambiente de governança efetiva, podendo a plataforma de automação ser integrada ao Active Directory da empresa – trazendo incontáveis benefícios.

Definir precisamente políticas de RPA (Roles, Permissions e Audit) vai criar um ambiente robusto e bem organizado, definido, regrado de quem pode fazer o quê, quando e onde, isso permitirá gerar uma trilha precisa de informações e rastreabilidade dos robôs, tanto para auditoria quanto para a tecnologia avaliar oportunidades ou exceções.

Robôs precisam ser bem programados, ‘inteligentes’ em completude para executar suas tarefas, mas é mandatório que respeitem integralmente as regras da organização!

 

#sicolos #rpa